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Invenção e inovação são a mesma coisa?

Atualizado: 14 de Dez de 2021

Segundo especialista do IEL/AL, ao inovar a empresa se diferencia e torna-se mais competitiva


Por Algo Mais Consultoria e Assessoria


Essencial para todo empreendedor, a inovação é um fenômeno a partir do qual a humanidade tem transformado sua relação com a realidade. Inovar tem impacto cada vez maior sobre os negócios, independente do ramo de atividade, fazendo com que a empresa se diferencie e tornando-a mais competitiva. Isso porque elas precisam garantir que seus produtos e serviços reúnam características para solucionar os desejos dos seus clientes, o que não passa necessariamente por apenas inventar algo.


Mas, afinal, qual a diferença entre invenção e inovação? O Núcleo de Inovação e Pesquisa do Instituto Euvaldo Lodi em Alagoas (IEL/AL) ajuda a fazer esta diferenciação.

Enquanto a invenção é simplesmente a criação de algo novo, a inovação pressupõe a existência de um mercado consumidor.


A inovação pode ser incremental, radical ou disruptiva e tem como objetivo criar ou melhorar um produto, serviço, os processos ou até mesmo o modelo de negócios da empresa. Ao propor uma inovação, é importante preocupar-se em ter um mercado disposto a adquiri-la. Já a invenção é uma ideia nova que não atendeu às necessidades do mercado, podendo nem chegar às prateleiras.


De acordo com a coordenadora de Inovação e Pesquisa do Instituto Euvaldo Lodi (IEL/AL), Eliana Sá, a inovação pressupõe mercado. “Ideia nova, sem mercado, é considerada invenção e, geralmente, fica na prateleira. A menos que se descubra um mercado capaz de consumi-la. De forma mais objetiva, nas consultorias do IEL/AL, entendemos a inovação como iniciativa de utilizar conhecimentos, ferramentas adequadas e informações adicionais para modificar a inserção da empresa no mercado”, reforça.


Ela destaca que o segredo para inovar com sucesso é fazer a ponte entre a nova ideia e o mercado. “Nossas consultorias não teriam sentido se não contribuíssem para que as empresas alagoanas se tornassem mais competitivas, ampliassem seus mercados e, consequentemente, fossem mais lucrativas, gerando desenvolvimento para sua região”, explica.


Para a coordenadora, reside na competitividade a importância da inovação e seus efeitos para a sobrevivência de um negócio. Inovar faz com que a empresa se diferencie dos seus concorrentes e ofereça ao mercado produtos e serviços mais eficazes e impactantes.


“Podemos dizer que inovação é a exploração de novas ideias. Em outras palavras, significa aumentar o faturamento e conquistar novos mercados. Não se trata apenas da criação de um produto, pois o investimento em melhoria de processo, gestão e mercado pode aumentar as margens de lucros, entre outras vantagens, para a empresa”, defende.


De acordo com a especialista, a explicação é até simples: a inovação em processos diminui custos, enquanto a de produtos amplia a participação da empresa em seu ramo de atuação, a de mercado abre novas oportunidades e a inovação organizacional reflete em novos modelos de negócios e novos métodos organizacionais. A empresa inovadora tem a inovação incorporada ao seu core business, ao seu DNA. É presente desde a sua estruturação, no ambiente de trabalho, nas relações com clientes e demais stakeholders.


Inovação em tempos de crise


No auge da pandemia, as empresas foram obrigadas a se reinventarem, em especial com relação à inserção de ferramentas digitais, a famosa transformação digital.


“Nesses momentos de crise, é imprescindível um mindset (mentalidade, configuração mental) de crescimento, um modelo mental flexível, fundamental para que as empresas internalizem a cultura da inovação, já que nos deparamos com uma realidade totalmente inusitada e isso exigiu que as empresas buscassem soluções criativas e inovadoras para sobreviver e crescer, apesar desse ‘novo normal’”, assinala Eliana Sá.


Ela lembra, ainda, que justamente em momentos de crises, como o atual, é preciso estar atento para saber identificar oportunidades. “Elas sempre surgem nesses momentos. Assim, é necessário produzir inovações, sejam no produto ou serviço, seja nos processos, na forma de se comunicar com o mercado e, até mesmo, no modelo de negócio. São caminhos que precisam ser trilhados em busca da sustentabilidade e da sobrevivência, apesar da crise”, analisa.


Os empresários que se sentem estagnados podem e devem buscar a consultoria de inovação e pesquisa do IEL/AL, que tem equipe qualificada para a Gestão da Inovação, fazendo uma análise minuciosa do empreendimento e apresentando ferramentas e metodologias confiáveis, testadas e sob medida para que a empresa inicie, com segurança, sua estratégia de inovação e transformação digital.